Portal de Livros Abertos da Editora JRG http://revistajrg.com/index.php/livrosabertoseditorajrg Educação; Humanidades; Psicologia; Saúde Editora JRG pt-BR Portal de Livros Abertos da Editora JRG <p>A submissão de originais para a <strong>Portal de Livros Abertos da Editora JRG&nbsp;</strong>implica na transferência, pelos autores, dos direitos de publicação. Os direitos autorais para os livros publicados neste portal são do autor, com direitos da revista sobre a primeira publicação. 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Os dados da pesquisa “Vigilância em Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico” (Vigitel), realizada pelo Ministério da Saúde em 2018, demonstraram uma prevalência de 19,8% de obesidade na população acima de 18 anos no Brasil e de 18,0% no Distrito Federal (DF). Nos últimos anos tem-se percebido que indivíduos obesos apresentam não só aumento de massa adiposa, mas muitas vezes redução importante na massa muscular esquelética (BRASIL, 2017). Diante desse quadro foi mencionado pela primeira vez na literatura científica o termo “obesidade sarcopênica” em um trabalho publicado por HEBER et al. (1996). BAUMGARTNER et al. (1998), definiram “obesidade sarcópica” como sendo a condição do indivíduo que apresenta, simultaneamente, uma massa muscular de 2 desvios padrões abaixo da média para população jovem (&lt;7,26 kg / m2 em homens e &lt;5,45 kg / m2 em mulheres) e uma percentagem de gordura corporal superior à mediana (&gt; 27% nos homens e&gt; 38% nas mulheres). Nas recomendações brasileiras propostas para o manejo da obesidade (ABESO, 2016) há indicação da importância do diagnóstico da obesidade bem como da necessidade de reconhecimento das comorbidades associadas à doença para se determinar qual terapia é mais apropriada para cada paciente. Como a inatividade física e a alimentação não saudável compõem o grupo dos fatores de risco em comum modificáveis mais importantes no combate à obesidade, faz-se importante direcionar o tratamento dietoterápico não só para a redução do peso corporal, mas também para a recuperação de um possível estado sarcopênico associado. Elaboramos essa obra para estabelecer um protocolo de assistência ao indivíduo obeso, em tratamento, na atenção ambulatorial especializada, de tal forma que a equipe multiprofissional possa intervir o mais acertadamente possível em prol desses pacientes, cujo objetivo assenta-se não apenas no emagrecimento, mas também na recuperação de um possível estado sarcopênico associado, e na manutenção de um peso corporal adequado. Desejamos a todos que esse protocolo possa ser útil na prática ambulatorial. As organizadoras</p> </div> </div> </div> Adriana Haack de Arruda Dutra Fernanda Bezerra Queiroz Farias Cássia Regina de Aguiar Nery Luz Copyright (c) 2020-06-29 2020-06-29 4 4 01 70 MEU PRIMEIRO APARELHO AUDITIVO http://revistajrg.com/index.php/livrosabertoseditorajrg/article/view/142 <p style="text-align: justify;">Num entendimento geral, a essência de um aparelho auditivo é viabilizar a compreensão do som e facilitar a transmissão da mensagem. No entanto, o livro O Meu Primeiro Aparelho Auditivo toca no sentido maior da escuta: a sonância do amor. Com simplicidade e sensibilidade, a autora conduz o leitor através das experiências de Bella, uma criança em processo de adaptação ao uso do aparelho auditivo, que, através da construção de novos significados, supera o estranhamento e o desconforto inicialmente sentidos. O Meu Primeiro Aparelho Auditivo é uma estória para transformar histórias. Às Belas, o livro proporciona um processo de identificação e, de modo desejável, superação das dificuldades vivenciadas. Às mães Júlias, o livro desperta para a importância do acolhimento dos sofrimentos infantis, que são mais facilmente resolvidos quando a abordagem familiar é atenta e afetuosa. Às amigas Lauras, o livro é facilitador no processo de aceitação e valorização das diferenças. Às professoras e também aos profissionais que atuam no domínio da reabilitação, o livro é um recurso de proposta lúdico-reflexiva disponível para o manejo de semelhantes demandas.</p> <div class="page" title="Page 8"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p style="text-align: justify;">Suzanne Martins, psicóloga da saúde.</p> </div> </div> </div> Thaline Martins Dias Copyright (c) 2020-05-20 2020-05-20 4 4 01 55 Lactentes e Síndrome de Down: Aspectos Nutricionais http://revistajrg.com/index.php/livrosabertoseditorajrg/article/view/162 <p style="text-align: justify;">A Síndrome de Down, descrita por John Langdon Down, em 1865, é a alteração genética mais comum na faixa etária pediátrica. O transtorno é associado a um cromossomo 21 adicional ou a trissomia parcial deste. A inexperiência da família com relação à problemática de como compreendê-lo no dia a dia e de aceitar participar do planejamento de uma intervenção sistemática junto à equipe multiprofissional, e a ausência de informação pode acarretar em preconceitos e temores. Portadores dessa síndrome, requerem um atendimento específico para que se tenha êxito no seu desenvolvimento psicomotor. Este diagnóstico pode ser realizado no pré-natal ou no berçário.&nbsp; Os portadores de síndrome de Down poderão apresentar cardiopatias, doenças do trato gastrintestinal e disfunções imunológicas. Além disso, a obesidade tem sido frequente neste público alvo, daí a importância de se priorizar uma alimentação adequada como uma base para qualidade de vida desses pacientes. Diante disso, para a avaliação dos pacientes com Síndrome de Down, quanto ao crescimento e desenvolvimento, recomenda-se o uso das curvas próprias para esta população. É de crucial importância que estes tenham um acompanhamento adequado com um profissional nutricionista qualificado para tratar das particularidades do metabolismo e fatores nutricionais inadequados. É necessário que os pais e cuidadores de portadores da Síndrome de Down sejam a porta de abertura para uma vida mais saudável destes e sejam instruídos de forma correta, uma vez que a influência de bons hábitos dos pais é sempre a melhor saída.A equipe de saúde, juntamente com os pais precisam acompanhar desde os primeiros dias de vida a evolução dessa criança para que os riscos associados aos fatores genéticos sejam minimizados. Faz-se necessário também, uma atenção com os cuidados de integração desta população para que sejam pessoas bem cuidadas, bem nutridas, felizes, produtivas e com qualidade de vida. Entendendo a relevância desse tema e buscando compreender mais sobre a relação entre os diagnósticos associados e as possíveis intercorrências no estado nutricional e alimentação dos lactentes com a Síndrome de Down, realizamos uma pesquisa em um centro de atendimento especializado do Distrito Federal.</p> <p style="text-align: justify;">Desejamos a todos uma excelente leitura!</p> Adriana Haack Damares Dias Vieira Alessandra Cedro da Silva Santos Copyright (c) 2020 Portal de Livros Abertos da Editora JRG https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2020-10-21 2020-10-21 4 4 01 56