Vivências em Saúde Coletiva em uma Unidade de Saúde da Família (USF) por acadêmicos de medicina no Amazonas
DOI:
https://doi.org/10.55892/jrg.v8i18.1807Palavras-chave:
Formação médica. Saúde integral. Atenção primária à saúde.Resumo
Objetivo: Relatar a experiência de estudantes de Medicina de uma universidade pública do Estado do Amazonas, por meio de práticas desenvolvidas no território da Atenção Primária à Saúde. Relato da experiência: A atividade prática iniciou com o conhecimento do território a estrutura da Unidade de Saúde de Família Vicente Pallotti, obtendo alguns dados sobre o território. Em seguida, os acadêmicos participaram ativamente das atividades da unidade, como triagem, enfermaria, recepção, sala de vacinação, sala de curativos e sala do SISREG, visita e atendimento domiciliar, a fim de compreender o funcionamento do processo de cuidado. Além disso, houve o desenvolvimento de ações de educação em saúde: março lilás, que abordou a saúde da mulher e incentivou o cuidado e a realização de exames, e, o dia “D’ de combate da discriminação racial, promovendo uma reflexão sobre questões sociais. Considerações finais: Essas vivências não apenas proporcionaram uma compreensão prática do ambiente da USF, mas também fortaleceram os laços com a comunidade e abordaram importantes questões de saúde e sociedade, contribuindo para uma formação mais integrada à realidade do Sistema Único de Saúde para futuros profissionais médicos.
Downloads
Referências
ARAUJO, A. R. S, et al. Projeto Político-Pedagógico Curso De Medicina, 2009. Disponível em: https://www.home.ufam.edu.br/dcc1/joomla/Projeto%20Pedag%C3%B3gico%20Curso%20de%20Medicina.pdf. Acesso em 6 abr. 2024.
AZEVEDO, A. L. M. DOS S. IBGE - Educa | Jovens. Disponível em: https://educa.ibge.gov.br/jovens/conheca-o-brasil/populacao/18320-quantidade-de-homensmulheres.html#:~:text=A%20popula%C3%A7%C3%A3o%20brasileira%20%C3%A9%20composta Acesso em: 01 abr. 2024.
BRASIL. Ministério da Educação. 2014. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/escola-de-gestores-da-educacao-basica/323-secretarias-112877938/orgaos-vinculados-82187207/20138-ces-2014. Acesso em: 18 de abr. de 2024.
BRASIL. Ministério da Saúde. 21/3 – Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial | Biblioteca Virtual em Saúde. Ministério da Saúde. [s.d]. Disponível em:<https://bvsms.saude.gov.br/21-3-dia-internacional-para-a-eliminacao-da-discriminacao-racial/>. Acesso em: 6 abr. 2024.
BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de atenção integral à saúde da mulher: princípios e diretrizes / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
BRASIL. Protocolos da Atenção Básica: Saúde das Mulheres / Ministério da Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa – Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
CALEM, M. et al. Meta-analysis of associations between childhood adversity and hippocampus and amygdala volume in non-clinical and general population samples. NeuroImage: Clinical, v. 14, p. 471–479, 2017.
COELHO, M. G. M. et al.. Atenção Primária à Saúde na perspectiva da formação do profissional médico. Interface - Comunicação, Saúde, Educação, v. 24, 2020.
COELHO, S.; PORTO, Y. F. Saúde da mulher. Disponível em: <http://ares.unasus.gov.br/acervo/handle/ARES/85>. Acesso em: 02 abr. 2024.
DOVIDIO, J. F., BRIGHAM, J. C., JOHNSON, B. T., & GAERTNER, S. L. (1996). Stereotyping, prejudice, and discrimination: Another look. Stereotypes and Stereotyping, 276, 319.
FERREIRA, Dirceu Benedicto. Faculdade de Medicina da Ufam–50 anos. Revista do Hospital Universitário Getúlio Vargas, v. 14, n. 1, p. 11-13, 2015.
FERREIRA, M. DE C. M. et al. Detecção precoce e prevenção do câncer do colo do útero: conhecimentos, atitudes e práticas de profissionais da ESF. Ciência & Saúde Coletiva, v. 27, n. 6, p. 2291–2302, jun. 2022.
FEUERWERKER, L. C. M. Micropolítica e saúde: produção do cuidado, gestão e formação. [s.l.] Editora da Rede Unida, 2014.
GUTMANN, V. L.R, et al. Motivos que levam mulheres e homens a buscar as unidades básicas de saúde. Journal of Nursing and Health. v. 12 n. 2, 2022. Disponível em: https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/enfermagem/article/view/24675. Acesso em 6 abr. 2024.
LOPES, V. A. S.; RIBEIRO, J. M. Fatores limitadores e facilitadores para o controle do câncer de colo de útero: uma revisão de literatura. Ciência & Saúde Coletiva, v. 24, p. 3431–3442,2019.
MERHY, E. E. Saúde: a cartografia do trabalho vivo. 4ª. ed. São Paulo: Hucitec, 2014.
OLIVEIRA V. B. et al. RACISMO E ATENÇÃO BÁSICA: O RELATO DE UMA EDUCAÇÃO EM SAÚDE. In: ANAIS DO 12º CONGRESSO BRASILEIRO DE SAÚDE COLETIVA, 2018, Rio de Janeiro. Anais eletrônicos... Campinas, Galoá, 2018. Disponível em: https://proceedings.science/saude-coletiva-2018/trabalhos/racismo-e-atencao-basica-o-relato-de-uma-educacao-em-saude?lang=pt-br>. Acesso em 02 abr. 2024.
OLIVEIRA, S. DE M. et al. Análise da prevalência do Câncer de Colo de Útero no estado do Amazonas. Brazilian Journal of Health Review, 2023; 6(3).
RAO, U. et al. Hippocampal Changes Associated with Early-Life Adversity and Vulnerability to Depression. Biological Psychiatry, v. 67, n. 4, p. 357–364, fev. 2010.
RODRIGUES, A. et.al. Saúde da Mulher na Atenção Básica: Relato de Experiencia. Revista Extensão & Saúde, 2020; 11.
SCHRAIBER, L. B. et al. O campo da Saúde Coletiva no Brasil: definições e debates em sua constituição. Saúde Soc. São Paulo, v.24, supl.1, p.205-218, 2015.
WILLIAMS, D. R., & MOHAMMED, S. A. Discrimination and racial disparities in health: evidence and needed research. Journal of Behavioral Medicine, 32(1), 20–47, 2009.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
ARK
Licença
Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.