BOLDO E SEUS BENEFÍCIOS EM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.5079879

Resumo

O presente trabalho buscou coletar informações sobre o conhecimento e utilização do boldo (Peumus boldus Molina), a Organização Mundial de Saúde revela que 85% das pessoas do mundo utilizam plantas medicinais para tratar doenças Estudos etnobotânicos caracterizam as realidades locais enfocando as interações das sociedades humanas e os recursos vegetais disponíveis. No Nordeste brasileiro, o uso de plantas medicinais como prática terapêutica é uma prática constante, o que permite a integração dos discursos científico e tradicional envolvendo os fatores culturais inerentes dessa região e sua interpretação. O resultado da pesquisa mostrou que o conhecimento da utilização do boldo como fitoterápico, nos distúrbios gástricos e digestivos, continua passando de geração em geração. Tal afirmativa evidencia que esse tipo de saber popular tão antigo permanece vivo e se perpetuará ao longo dos tempos em nossa sociedade.

Biografia do Autor

Marcela Beatriz Ribeiro Souza, Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires, GO, Brasil

Orcid: https://orcid.org/0000-0002-1194-1389
Lattes: http://lattes.cnpq.br/2597786506372401
Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires, GO, Brasil
E-mail:beatrizjhaws13@gmail.com

Sabrina de Jesus Vieira Moraes, Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires, GO, Brasil

Orcid: https://orcid.org/0000-0001-7844-3133
Lattes: http://lattes.cnpq.br/9452440777862500
Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires, GO, Brasil
E-mail: sabrina-sabrina69@hotmail.com

Haline Gerica de Oliveira Alvim, Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires, GO, Brasil

Lattes: http://lattes.cnpq.br/6733311247207705
Orcid: https://orcid.org/0000-0002-16825512
Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires, GO, Brasil
E-mail: halinegerica@senaaires.com.br

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Publicado

2021-07-07

Como Citar

Souza, M. B. R. ., Moraes, S. de J. V. ., & Alvim, H. G. de O. . (2021). BOLDO E SEUS BENEFÍCIOS EM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS. Revista JRG De Estudos Acadêmicos, 4(9), 15–26. https://doi.org/10.5281/zenodo.5079879

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