A CONTRIBUIÇÃO DA ENFERMAGEM PARA PACIENTES PORTADORES DE EPILEPSIA

Palavras-chave: Enfermagem. Epilepsia. Convulsão.

Resumo

Objetivos: Reconhecer o papel da enfermagem na prestação de cuidados, a interação do enfermeiro com pacientes portadores de epilepsia e a importância de enfermeiros especialistas na área de epilepsia. Metodologia: Trata-se de um estudo de revisão integrativa da bibliografia, no período de 2014 a 2020, através de um levantamento em base de dados eletrônicos da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS – BIREME) e e ScienceDirect, além de referências publicadas no site da Internacional League Against Epilepsy-ILAE (Journals of the ILAE). Resultados: Foram selecionados 12 artigos e 2 materiais do Ministério da Saúde que abordaram assuntos que foram categorizados, onde foi consolidado o conhecimento publicado através dos mesmos acerca do tema proposto, interligando-os sintaticamente a fim de obter um conjunto de proposições e conclusões dos autores escolhidos. Conclusão: O estudo permitiu evidenciar que a enfermagem é de suma importância, principalmente na questão da comunicação com o paciente e a família acerca dos aspectos da epilepsia. A enfermagem deve ser incentivada a realizar mais estudos sobre a temática já que a literatura disponível é bem restrita e os profissionais e estudantes sejam incentivados a realizar cursos para obter conhecimento maior na área.

Biografia do Autor

Giovanna Gabriela David Diniz, Universidade Paulista, UNIP, SP, Brasil.

Graduando em Enfermagem da Universidade Paulista, Brasília-DF, Brasil.

Marco Aurélio Ninômia Passos, Universidade Paulista, UNIP, SP, Brasil.

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Católica de Brasília (2006), mestrado em Ciências Genômicas e Biotecnologia pela Universidade Católica de Brasília (2009). Doutor em Biologia Molecular pela Universidade de Brasília (2014). Bolsista de mestrado e doutorado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

Referências

1. Panteliadis CP, Vassilyadi P, Fehlert J, Hagel C. Historical documents on epilepsy: From antiquity through the 20th century. Brain & Development. 2017; 39(6):457-463.
2. Forastieri ML, Vargas NCM. Etiologia da Epilepsia em Pacientes do Ambulatório de Pediatria do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (HUMAP) – UFMS. PECIBES. 2019; 01: 23-27.
3. Brasil. Portaria Conjunta Nº 17, de 21 de junho de 2018. Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas sobre Epilepsia. Diário Oficial da União; 2018 jun 27; Seção 1: 45.
4. Moreira GCD, Furegato ARF. Pessoas com epilepsia, uso de álcool, tabaco e outras drogas e o cuidado de enfermagem: revisão. Nucleus. 2018; 15(2): 147-151.
5. Buelow J, Miller W, Fishman J. Development of an Epilepsy Nursing Communication Tool: Improving the Quality of Interactions Between Nurses and Patients With Seizures. Journal of Neuroscience Nursing. 2018; 50(2): 74-80.
6. Prevos-Morgant M, Leavy Y, Chartrand D, Jurasek L, Shafer PO, Shinnar R et. al. Benefits of the epilepsy specialist nurses (ESN) role, standardized practices and education around the world. Revue Neurologique. 2019; 175: 189-193.
7. Higginsa A, Downesa C, Varleya J, Dohertyb CP, Begleya C, Elliotta N. Supporting and empowering people with epilepsy: Contribution of the Epilepsy Specialist Nurses (SENsE study). Seizure: European Journal of Epilepsy. 2019; 71:42–49.
8. Mariano AM, Rocha MS. Revisão da Literatura: Apresentação de uma Abordagem Integradora. In: XXVI Congreso Internacional AEDEM. 2017; Itália. AEDEM. International Conference - Economy, Business and Uncertainty: ideas for a European and Mediterranean industrial policy. Reggio Calabria (Italia).
9. Siqueira HH, Dalbem JS, Alvarenga RMP, Andraus MAC, Preux PM. Prevalence of Epilepsy in a Brazilian Semiurban Region: An Epidemiological Study. Revista Brasileira de Neurologia e Psiquiatria. 2016; 20(2): 124-138.
10. Patel P, Moshé SL. The evolution of the concepts of seizures and epilepsy: What’s in a name?. Epilepsia Open. 2020; 5: 22-35.
11. Scheffer IE, Berkovic S, Capovilla G, Connolly MB, French J, Guilhoto L, et al. Instruction manual for the ILAE 2017 operational classification of seizure types. Epilepsia. 2017; 58(4): 512-521.
12. Fisher RS, Acevedo C, Arzimanoglou A, Bogacz A, Cross JH, Elger CE, et al. ILAE official report: a practical clinical definition of epilepsy. Epilepsia. 2014; 55(4): 475-482.
13. Renardin D, Soares LG, Soares LG, Higarashi IH, Abreu IS. Epilepsy bearing children: viewpoint and familyhood. Rev Fun Care Online. 2019; 11(4): 1065-1071.
14. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada e Temática. Avaliação e conduta da epilepsia na atenção básica e na urgência e emergência. Ministério da Saúde; Brasília(DF);2018.
Publicado
2020-11-12
Como Citar
Diniz, G. G. D., & Passos, M. A. N. (2020). A CONTRIBUIÇÃO DA ENFERMAGEM PARA PACIENTES PORTADORES DE EPILEPSIA. Revista JRG De Estudos Acadêmicos , 3(7), 418-426. https://doi.org/10.5281/zenodo.4270520