A AUTOMEDICAÇÃO NA TERCEIRA IDADE: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.4549437

Palavras-chave:

Automedicação. Terceira Idade. Farmacologia. Atenção Farmacêutica.

Resumo

Este trabalho de cunho científico vem explanar acerca dos riscos da automedicação com foco nos grupos de terceira idade. É uma investigação científica que vem embasar os males para a saúde de quem pratica o ato de se automedicar. O método usado para a elaboração deste trabalho foi a análise bibliográfica que tem o objetivo de proporcionar meios que auxiliam na exploração do tema que é a automedicação em idosos, como também permite explorar novas áreas onde os mesmos ainda não se cristalizaram suficientemente. As coletas foram nas bases de dados para trabalhos científicos, Scielo, Bireme, Biblioteca Virtual e Samde. Os resultados constaram que foram coletados as amostras, no total de 40, porém, com o critério de inclusão e exclusão, citados nos materiais e métodos, sobrando 20 artigos para darem embasamento teórico ao projeto de pesquisa, pelo total das 20 amostras coletadas, tem-se uma média na quantidade dos artigos, deste modo, tem-se 2 artigos para cada ano, e somente os anos de 2019 e 2018 obtiveram 3 artigos. A automedicação é muito comum entre as pessoas, e é um problema gravíssimo principalmente na terceira idade, onde já encontram-se debilitados e com a saúde frágil. Os medicamentos são em sua maioria, de fácil acesso, gerando assim, uma rotina de compras e ingestões de fármacos sem o acompanhamento farmacêutico necessário. Concluiu-se que, em idosos, o número médio de medicamentos usados ​​costuma ser alto, e cada pessoa pode usar de três a sete medicamentos. Porém, há evidências de que a taxa de automedicação entre os idosos é inferior à da população em geral.

Biografia do Autor

Viulane dos Santos Bispo, Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires, FACESA, GO, Brasil.

Orcid: https://orcid.org/0000-0002-1197-9037
E-mail: viulanebispo31@gmail.com

Evelyn Vieira Galvão, Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires, FACESA, GO, Brasil.

Orcid: https://orcid.org/0000-0002-1905-8208
E-mail: evelynvieiragalvao@gmail.com

Clézio Rodrigues de Carvalho Abreu, Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires, FACESA, GO, Brasil.

Orcid: https://orcid.org/0000-0002-1511-6917
Lattes: http://lattes.cnpq.br/0474084524560630
E-mail: clezioabreu@senaaires.com.br

Referências

Castro et al. Automedicação: Entendemos o risco? Infarma, v.18, nº 9/10, 2006. Página 121.

Luchessi, A. D. Monitoração de propaganda e publicidade de medicamentos: Âmbito de São Paulo. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas vol. 41, n. 3, 2005. Página 64.

Arrais, P. S. D. Perfil da automedicação no Brasil. Rev. Saúde pública, 2000. Página 89.

Narciso, A. Prevalência da Automedicação nos alunos do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas da ULHT. Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Lisboa, 2013. Página 34.

Filho et al. Prevalência e fatores associados à automedicação: resultados do projeto Bambuí. Rev. Saúde Pública: 2002. Página 89.

João, W. S. J. Reflexões sobre o Uso Racional de Medicamentos. Brasília – DF: Pharmacia Brasileira nº 78, 2010. Disponível em Acessado em 30 de setembro de 2013.

Lefèvre, F. A função simbólica dos medicamentos. Rev. Saúde Pública, 2000, v. 17, página 500-503.

Lopes, N. M. Automedicação: algumas reflexões sociológicas. Sociologia, Problemas E Práticas, n.º 37, página 141-165, 2001.

Naves J, Castro L, Carvalho C, Hamann E. Automedicação: uma abordagem qualitativa de suas motivações. Ciência & Saúde Coletiva, 2010. Página 67.

Paula, P. A. B. et al. O uso do medicamento na percepção do usuário do Programa Hiperdia. Ciência & Saúde Coletiva, 2011. Página 74.

Sá, M. B. Automedicação em idosos: Salgueiro – PE, 2004. Recife. 2005. 109 p. Dissertação de Mestrado em Saúde Coletiva, UFPE, 2005. Página 68.

Organização Panamericana de Saúde-Opas. O Papel do farmacêutico no Sistema de Atenção à Saúde. Brasília: Organização Pan Americana de Saúde, 2004. Página 92

Lefèvre, F. O Medicamento como mercadoria simbólica. São Paulo: Cortez, 1991. Página 211.

Veras, R. P. País jovem com cabelos brancos: a saúde do idoso no Brasil. Rio de Janeiro: Relum- Drumará,1994. Página 224.

Santos, J. S. Farmácia brasileira: utopia e realidade. Brasília: Wmoura Editora, 2003. Página 260.

Meirelles BHS, Arruda C, Simon E, Vieira FMA, Cortezi MDV, Natividade MSL. Condições associadas à qualidade de vida dos idosos com doença crônica. 2010. Página 67.

Araújo JJC, Vicentini GE. Automedicação em adultos na cidade de Guairaça, PR. ArqCiênc Saúde Unipar. 2007; 11:83-8. Página 89.

Barros SM, Cabral BJA, Oliveira SPPB. Automedicação em idosos na cidade de Salgueiro, PE. 2018; Página 90.

Flores VB, Benvegnú AL. Perfil de utilização de medicamentos em idosos da zona urbana de Santa Rosa, RS. Cad Saúde Pública. 2008; 24:1439-46. Página 61.

Loyola FAI, Uchoa E, Lima CMF. Estudo epidemiológico de base populacional sobre uso de medicamentos entre idosos na região metropolitana de Belo Horizonte, MG. CadSaúde Pública. 2019; Página 111.

Silva RB, Corte TWF. A propaganda de medicamentos e sua adequação conforme a RDC 96/2008. RevGrad PUCRS. 2018; Página 12.

Araújo JJC, Vicentini GE. Automedicação em adultos na cidade de Guairaça, PR. ArqCiênc Saúde Unipar. 2018; 11:83-8. Página 56.

Nascimento, M. C. Medicamentos: ameaça ou apóio à saúde? Rio de Janeiro: Vieira &Lent, 2019. Página 17.

Marconi, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2019. Página 97.

Downloads

Publicado

2021-02-18

Como Citar

Bispo, V. dos S. ., Galvão, E. V. ., & Abreu, C. R. de C. . (2021). A AUTOMEDICAÇÃO NA TERCEIRA IDADE: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO. Revista JRG De Estudos Acadêmicos, 4(8), 51–58. https://doi.org/10.5281/zenodo.4549437

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)