ANÁLISE DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE DO IDOSO: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.4281496

Palavras-chave:

Idoso. Violência. Políticas Públicas.

Resumo

O tema deste artigo é análise da política nacional de saúde do idoso: uma revisão de literatura. Investigou o seguinte problema: diante da situação, a equipe de enfermagem está preparada para prevenir, detectar e gerenciar a violência contra o idoso? Cogitou a seguinte hipótese: a violência contra idosos é objeto de procedimentos que a equipe de enfermagem deve tomar ao perceber características de qualquer tipo de violência sofrida pelo idoso. A negligência é a forma mais comum de violência sofrida pela população idosa. O objetivo geral é analisar o conceito de detecção e prevenção de violência contra os idosos, cuidados e observação dos profissionais de enfermagem que atuam em unidades básicas de saúde e hospitais. Os objetivos específicos são: identificar as formas de violência mais comuns perpetradas contra idosos internados na secretaria de saúde do hospital; analisar a opinião dos idosos sobre a violência vivenciada; analisar a visão dos profissionais que atendem a violência vivenciada; identificar se a equipe de profissionais da área da saúde está preparada para lidar com essa situação.  

Biografia do Autor

Karina de Santana Santos, Universidade Paulista, UNIP, SP, Brasil.

Lattes: http://lattes.cnpq.br/9908153197957025
Orcid: https://orcid.org/0000-0002-5691-451X
E-mail: karinasantana221@gmail.com

Débora Adriana Ramos, Universidade Paulista, UNIP, SP, Brasil.

Lattes: http://lattes.cnpq.br/8157104994909882
Orcid: https://orcid.org/0000-0003-0683-5466
E-mail: psicologa.ramos@gmail.com

Jonas Rodrigo Gonçalves, Universidade Católica de Brasília, UCB, DF, Brasil.

Lattes: http://lattes.cnpq.br/6904924103696696
Orcid: https://orcid.org/0000-0003-4106-8071
E-mail: professorjonas@gmail.com

Referências

AGUSTINI F.C. Introdução ao direito do idoso. Florianópolis: Fundação Boiteux; 2003.

AMARAL, A. C. S. et al. Perfil de morbidade e de mortalidade de pacientes hospitalizados. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 20, n. 6, p. 1317-1326, nov.-dez. 2004.

AMESTOY, S. C.; SCHWARTZ, E.; THOFEHRN, M. B. A humanização do trabalho para os profissionais de enfermagem Acta Paulista de Enfermagem, São Paulo, v. 19, n. 4, p. 444-449, out.-dez. 2006.

ASSIS, M. (Org.) Promoção da saúde e envelhecimento: orientações para o desenvolvimento de saúde com idosos. Rio de Janeiro: UERJ/UnATI, 2002. (Série Livros Eletrônicos). Disponível em: . Acesso em: 10 abr 2005.

ASSIS, M. (Org.) Promoção da saúde e envelhecimento: orientações para o desenvolvimento de saúde com idosos. Rio de Janeiro: UERJ/UnATI, 2002. (Série Livros Eletrônicos). Disponível em: . Acesso em: 10 abr 2005.

ASSIS, M. de. Envelhecimento ativo e promoção da saúde: reflexão para as ações educativas com idosos. Rio de Janeiro, 2005, p. 1-15.

BERALDO CC, Carvalho MCBNM. Política social de atenção ao idoso: trabalho social com idosos no SESC. In: Barros Junior organizador. Empreendedorismo, trabalho e qualidade de vida na terceira idade. São Paulo: Edicon; 2009. p. 153-73.

BETTINELLI, L.A.; Portella M.R. Humanização da velhice: reflexões acerca do envelhecimento e do sentido da vida. In: Pessini L, Bertachini L. Humanização e cuidados paliativos. São Paulo: Loyola; 2004.

BRAGA PMV. Direitos do idoso: de acordo com o Estatuto do Idoso. São Paulo: Quartier Latin; 2005.

BRAGA PMV. Direitos do idoso: de acordo com o Estatuto do Idoso. São Paulo: Quartier Latin; 2005.p. 179.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Senado; 1988.

BRASIL. Ministério da Previdência e Assistência Social. Plano Integrado de Ação Governamental para o desenvolvimento da Política Nacional do Idoso. Brasília; 1997

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Redes Estaduais de Atenção à Saúde do Idoso: guia operacional e portarias relacionadas. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. (Série A. Normas e Manuais Técnicos). Disponível em:<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ redes_estaduais.pdf>. Acesso em: 20 jan. 2009.

BRASIL, Portaria 2528/GM, de 19 de outubro de 2006. Aprova a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; 2006ª. [citado 2009 out. 19]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2006/prt2528_19_10_2006.html.

BRASIL. Ministério de Saúde. Portaria n. 1395, de 10 de dezembro de 1999. Aprova a Política Nacional de Saúde do Idoso [Internet]. Brasília; 1999 [citado 2009 out. 19]. Disponível em: http://dtr2004.saude.gov.br/susdeaz/legislacao/arquivo/Portaria_1395_de_10_12_1999.pdf

BRASIL. Lei n. 8080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para Promoção, Proteção, e Recuperação da Saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil,Brasília, 20 set. 1990. Seção 1.

BRASIL. Lei n. 8080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências [Internet]. Brasília; 1990 [citado 2010 nov. 20]. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/Lei%208080.pdf

BRASIL. Lei n. 8.842, de 04 de janeiro de 1994. Dispõe sobre a Política Nacional do Idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências [Internet]. Brasília; 1994 [citado 1994 jan. 05]. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8842.htm

BRASIL, Portaria 2528/GM, de 19 de outubro de 2006. Aprova a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Brasília: Ministério da Saúde; 2006a.

BRASIL, Portaria 399/GM, de 22 de fevereiro de 2006. Divulga o Pacto pela Saúde 2006 – consolidação do SUS e aprova as Diretrizes Operacionais do Referido Pacto. Brasília: Ministério da Saúde; 2006b

CAMARANO, A. A. Os novos idosos Brasileiros muito além dos 60? Rio de Janeiro, 2004, p. 26-71.

CARVALHO, J. A. M.; GARCIA, R. A. O envelhecimento da população brasileira: um enfoque demográfico. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 19, n. 3, p. 725-733, maio-jun.

CARVALHO, S. R. As contradições da promoção à saúde em relação à produção de sujeitos e a mudança social. Ciência e Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 9, n.3, p.669-677, 2004.

CHAVES, E. C.; MARTINES, W. R. V. Humanização no Programa de Saúde da Família. O Mundo da Saúde, São Paulo, v. 27, n. 2, p. 274-279, abr.-jun. 2003.

DERNTL, A. M. As muitas autonomias e o autocuidado. Gerontologia, São Paulo, v.6, n.4, p.197-199, 1998.

DUARTE, Y.A.O.; DIOGO M.J.D. Atendimento domiciliar: um enfoque gerontológico. São Paulo: Atheneu; 2000.

FERNANDES, M. T. de O. O desenvolvimento de políticas públicas de atenção ao idoso no Brasil. São Paulo, 2012, p. 7.

FERNANDES, M. T. de O. O desenvolvimento de políticas públicas de atenção ao idoso no Brasil. São Paulo, 2012, p. 7.

HENNINGTON, E. A. Gestão dos processos de trabalho e humanização em saúde: reflexões a partir da ergologia. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 42, n. 3, p. 555-561, jun. 2008.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Censo demográfico: sinopse dos resultados do Censo 2010 [Internet]. Rio de Janeiro; 2010 [citado 2011 fev. 25]. Disponível em: http://www.censo2010.ibge.gov.br/sinopse/webservice/.

IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Censo demográfico: sinopse dos resultados do Censo 2010 [Internet]. Rio de Janeiro, 2010 [citado 2011 fev. 25]. Disponível em: http://www.censo2010.ibge.gov.br/sinopse/webservice/.

KERBER, N. P. C.; KIRCHHOF, A. L. C.; CEZARVAZ, M. R. Vínculo e satisfação de usuários idosos com a atenção domiciliária. Texto & Contexto Enfermagem, Florianópolis, v. 17, n. 2, p. 304-312, abr.-jun. 2008.

KICKBUSCH, I. Promoción de la salud: una perspectiva mundial. In: OPS. Promoción de la salud: una antología. Washington: OPS, 1996a. p.15-24. (Publicación científica, 557.

LASLETT, P. What is old age? Viariatio over time and between cultures. Internacional studies in demography: health and mortality amog the elderty, issues for assessmet. New York: Oxford Uiversity Press, 1996 p. 83.

LIMA, T. J. V. de. Humanização na Atenção à Saúde do Idoso. São Paulo. 200, p. 868.

MARTINS, J. de Jesus. Políticas públicas de atenção à saúde do idoso: reflexão acerca da capacitação dos profissionais da saúde para o cuidado com o idoso. Rio de Janeiro, 2007, p. 5.

MARTINS, J. de Jesus. Políticas públicas de atenção à saúde do idoso: reflexão acerca da capacitação dos profissionais da saúde para o cuidado com o idoso. Rio de Janeiro, 2007, p. 2.

MELLO, D. A. Reflexões sobre a promoção da saúde no contexto do Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.16, n.4, p.1149, 2000.

MENDES, A.M.C.P.; SOUZA-LIMA, J.E.; HAMMERSCHMIDT, K.S.A.; LOURENÇO, M.S.; GUARAGNI, M.V. Políticas públicas, desenvolvimento e as transformações do Estado brasileiro. In: Silva CL, Souza-Lima JE, organizadores. Políticas públicas e indicadores para o desenvolvimento sustentável. São Paulo: Saraiva; 2010. p. 3-34.

MINISTÉRIO DA SAÚDE (BR). Decreto n. 1948, de 3 de julho de 1996: regulamenta a Lei n° 8.842, sancionada em 4 de janeiro de 1994, a qual dispõe sobre a Política Nacional do Idoso e dá outras providências. Diário Oficial da União, [Internet] 05 jan 1994 [acesso em 10 nov 2010].

OLIVEIRA, B. R. G.; COLLET, N.; VIERA, C. S. A humanização na assistência à saúde. Revista Latino - Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 14, n. 2, p. 277-284, mar.-abr. 2006.

PAPALÉO Netto M; YUASO; D.R, KITADAI F.T. Longevidade: desafio no terceiro milênio. O mundo da saúde. 2005;29(4):594-607.

PARAHYBA, M. I.; SIMÕES, C. C. S. A prevalência de incapacidade funcional em idosos no Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 11, n. 4, p. 967-974, out.-dez. 2006.

PINHO, L. B.; SANTOS, S. M. A. Dialética do cuidado humanizado na UTI: contradições entre o discurso e a prática profissional do enfermeiro. Revista da Escola de Enfermagem da USP, São Paulo, v. 42, n. 1, p.66-72, mar. 2008.

PNSPI, Política Nacional do Idoso – Declaração Nacional dos Direitos Humanos – Programa Nacional de Direitos Humanos. Imprensa Nacional; 1998.

PUCCINI, P. T.; CECÍLIO, L. C. O. A humanização dos serviços e o direito à saúde. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 20, n. 5, p.1342- 1353, set.-out. 2004.

RAMOS LR. Fatores determinantes do envelhecimento saudável em idosos residentes em centro urbano: projeto epidoso, São Paulo. Cadernos Saúde Pública 2003 maio/jun.; 19(3): 793-97.

RODRIGUES RAP; KUSUMOTA L; MARQUES S; FABRÍCIO, SCC; CRUZ, IR; LANGE, C. Política nacional de atenção ao idoso e a contribuição da enfermagem. Texto Contexto Enferm. 2007;16(3):536-45.

ROWE, J. W.; KAHN, R. L. Sucsseful ageing. Gerontologist, v.37, n.4, p.433-440, 1997.

TEIXEIRA EC. O papel das políticas públicas no desenvolvimento local e na transformação da realidade. Salvador: AATR; 2002.

VASCONCELOS, E. M. Sobre Educação Popular em saúde. Interface, São Paulo, v.5, n.8, p.121-126, 2001.

WHO, N.M.H.N.P.H. Active ageing: a policy framework. Geneve: World Health Organization, 2002, 58 p.

WHO (World Health Organization). II Assembleia Mundial sobre o Envelhecimento. Madri: World HealthOrganization; 2002.

WILLIG, M. H. A trajetória das políticas públicas do idoso no brasil: breve análise. Paraná, 2012, p. 574-577.

Publicado

2020-11-19

Como Citar

Santos, K. de S. ., Ramos, D. A. ., & Gonçalves, J. R. . (2020). ANÁLISE DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE DO IDOSO: UMA REVISÃO DE LITERATURA. Revista JRG De Estudos Acadêmicos, 3(7), 591–611. https://doi.org/10.5281/zenodo.4281496

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)

1 2 3 4 > >>