Limites à mundividência na formação do psicanalista: a topologia e o paradigma paterno na psicanálise

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DOI:

https://doi.org/10.55892/jrg.v9i20.2908

Palabras clave:

Psicanálise, Mundividência, Topologia, Paradigma paterno, Formação do psicanalista

Resumen

Resumen
Este artículo es el resultado de una inquietud ante la desaparición de la dimensión de la apuesta por el psicoanálisis en el contexto actual de la falsa democratización de la disciplina, lo que da lugar a una transmisión mercantilista de esta práctica. El texto parte de la noción de incompletitud de esta área topológica desde Freud, con una definición que no borra su replanteamiento, incluso mediante el uso del artificio topológico, ya que la topología no proporciona una cosmovisión. Para ello, se realizará un examen de la relación entre psicoanálisis, ciencia y topología. La metodología de la investigación sigue la pista de la vinculación entre práctica, clínica y teoría, replanteando así la topología como limitada por la dimensión sexual del psicoanálisis, en su teorización y práctica. Además, se abordará brevemente la historia del psicoanálisis lacaniano en territorio brasileño y algunos contratiempos que los psicoanalistas han tenido ante el mismo y ante el paradigma paterno que se cierne sobre cualquier dispositivo que pretenda proporcionar una formación en psicoanálisis.

Palabras clave: Psicoanálisis; Cosmovisión; Topología; Paradigma paterno; Formación del psicoanalista.

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Biografía del autor/a

Lucas Wagner Brígido Feitosa, Universidade Federal do Ceará, CE, Brasil

Graduado em psicologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC), possui mestrado em psicologia pela UFC, é doutorando em psicologia pela UFC. Professor do Centro Universitário Multiversa do Jaguaribe. Membro da formação permanente do Corpo Freudiano Escola de Psicanálise, seção Fortaleza.

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Publicado

2026-02-05

Cómo citar

FEITOSA, L. W. B. Limites à mundividência na formação do psicanalista: a topologia e o paradigma paterno na psicanálise. JRG Journal of Academic Studies , Brasil, São Paulo, v. 9, n. 20, p. e092908, 2026. DOI: 10.55892/jrg.v9i20.2908. Disponível em: https://revistajrg.com/index.php/jrg/article/view/2908. Acesso em: 6 feb. 2026.

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