Acesso à justiça na era da inteligência artificial: revisão sobre a modernização tecnológica do poder judiciário brasileiro

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.55892/jrg.v9i20.3083

Palabras clave:

Acesso à justiça, Inteligência artificial, Poder Judiciário, Direitos fundamentais, Celeridade processual

Resumen

O acesso à justiça constitui um direito humano fundamental e um dos pilares do Estado Democrático de Direito, assegurando a todos os cidadãos a possibilidade de verem seus direitos apreciados por autoridade competente, imparcial e independente. Este artigo tem como objetivo analisar a consolidação desse princípio no ordenamento jurídico brasileiro e internacional, bem como examinar os impactos da modernização tecnológica do Poder Judiciário, especialmente com o uso da inteligência artificial. A pesquisa, de natureza qualitativa e bibliográfica, evidencia que, embora a digitalização e a automação tenham promovido maior celeridade processual, também têm gerado riscos, como decisões automatizadas sem adequada supervisão humana. Conclui-se que a inteligência artificial deve ser utilizada de forma ética e controlada, preservando o papel essencial do magistrado na análise sensível e individualizada dos casos.

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Biografía del autor/a

Ana Carolina Santos de Magalhães Castro, Universidade Estadual do Tocantins, TO, Brasil

Pós-graduanda em Gestão Pública Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS/UAB). Pós-graduada em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho, Damásio Educacional. Graduada em Direit, Faculdade Integrada de Ensino Superior de Colinas (FIESC)

Lílian Natália Ferreira de Lima, Universidade Estadual do Tocantins, TO, Brasil

Doutora em Biologia pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Professora do curso de especialização de Gestão Pública da Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS).

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Publicado

2026-03-23

Cómo citar

CASTRO, A. C. S. de M.; LIMA, L. N. F. de. Acesso à justiça na era da inteligência artificial: revisão sobre a modernização tecnológica do poder judiciário brasileiro. JRG Journal of Academic Studies , Brasil, São Paulo, v. 9, n. 20, p. e093083, 2026. DOI: 10.55892/jrg.v9i20.3083. Disponível em: https://revistajrg.com/index.php/jrg/article/view/3083. Acesso em: 24 mar. 2026.

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