Resiliência em pessoas idosas de distintas faixas etárias - Utilização escala de resiliência de Wagnild e Young por faixas etárias quinquenais
DOI:
https://doi.org/10.55892/jrg.v9i20.3205Palabras clave:
Idoso, Resiliência Psicológica, Inquéritos e Questionários, Promoção da SaúdeResumen
O envelhecimento populacional exige o desenvolvimento de estratégias para fortalecer a capacidade adaptativa do indivíduo frente às perdas inerentes à senescência. Objetivo: Avaliar os níveis de resiliência em idosos participantes de programas de saúde, comparar os escores entre diferentes faixas etárias e verificar a associação entre a prática de atividades físicas e educativas e o comportamento desse construto. Método: Estudo observacional, descritivo e longitudinal, realizado com idosos em Unidades Básicas de Saúde de Aracaju, SE. A amostra foi selecionada por conveniência. Mensurou-se a resiliência por meio da Escala de Wagnild e Young (25–175 pontos) em dois momentos: fase diagnóstica e fase formativa (após 16 semanas). Empregou-se estatística descritiva para caracterizar os escores. Resultados: Houve elevação na média de resiliência de 129,74 para 137,45. O desvio padrão apresentou redução de 32,93 para 24,32, o que indica maior homogeneidade da amostra ao final do acompanhamento. Ocorreu aumento da curtose (0,98 para 3,35) e manutenção da assimetria negativa (-1,27 para -1,33), com concentração dos escores em níveis altos. Conclusão: A maioria dos participantes apresentou escores de resiliência de moderados a altos. Os achados apontam para uma associação positiva entre a participação no programa e a elevação dos índices de resiliência. Apontam-se como limitações a amostra por conveniência, a perda amostral e a ausência de grupo controle, fatores que restringem inferências de causalidade direta.
Descargas
Citas
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Censo Demográfico 2022. Brasília: IBGE; 2022. Disponível em: https://www.ibge.gov.br
Duarte GP, Santos JLF, Lebrão ML, Duarte YAO. Relationship of falls among the elderly and frailty components. Rev Bras Epidemiol. 2019;21(Suppl 2):e180017. doi: 10.1590/1980-549720180017
Geher G, Wedberg N. Positive Evolutionary Psychology: Darwin's guide to living a richer life. Oxford: Oxford University Press; 2020.
Sim YK, et al. Importance of Perception of Errors and Challenges for Improving Psychological Conditioning: Mediating Effect of Expectancy-Value Using the Phantom Model for Taekwondo Athletes. Int J Environ Res Public Health. 2022;19(10):6112. doi: 10.3390/ijerph19106112
Faria MC. Empoderamento psicológico e resiliência para uma longevidade saudável. In: Anais do 15º Congresso Nacional de Psicologia da Saúde. Egas Moniz School of Health and Science; 2024. p. 146-59.
Alves HB, Vasconcelos KP, Silva CTL, Bezerra KA, Alves HB. A prática de atividades físicas em idosos e sua correlação com um envelhecimento saudável. Rev Interdiscip Saúde. 2021;8(único):724-37. doi: 10.35621/23587490.v8.n1.p724-737
Almeida BL, et al. Quality of life of elderly people who practice physical activities. R Pesq Cuid Fundam Online. 2021;12:432-6. Disponível em: http://seer.unirio.br/index.php/cuidadofundamental/article/view/8451
Socoloski TS, Rech CR, Júnior JAC, Lopes RM, Hino AAF, Guerra PH. Barreiras para a prática de atividade física em idosos: revisão de escopo de estudos brasileiros. Rev Bras Ativ Fís Saúde. 2021;26:e0208. doi: 10.12820/rbafs.26e0208
Ogassavara D, et al. Envelhecimento e resiliência: conceitos, incursões e desenvolvimento subjetivo. Rev Bras Multidisciplinar. 2023;26(3):92-104.
Porto E, Costa SS, Porto E, Cavalcante YM. Indicadores de saúde da pessoa idosa no nordeste brasileiro. Res Soc Dev. 2022;11(2):e24411225548. doi: 10.33448/rsd-v11i2.25548
Silveira TA, Júnior EGS, Eulálio MC. Esperança e qualidade de vida em pessoas idosas. Rev Psicol Saúde. 2022;14(1):201-14. doi: 10.20435/pssa.v14i1.1338
Chequer LBN, et al. Interferência da atividade física na depressão da terceira idade: uma breve revisão de literatura. Anais do Congresso de Geriatria e Gerontologia do UNIFACIG. 2020;1(1).
Costa Neto PLO. Estatística. São Paulo: Edgard Blucher; 1995. Disponível em: https://www.politecnicos.com.br/disciplinas/pro3200-estatistica-poli-usp/pdf/CostaNeto.pdf
Guimarães RM, Andrade FCD. Expectativa de vida com e sem multimorbidade entre idosos brasileiros: Pesquisa Nacional de Saúde 2013. Rev Bras Estud Popul. 2020;37:e0117. doi: 10.20947/S0102-3098a0117
Noether GE. Introdução à Estatística. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Dois; 1976.
Siegel S. Estatística não-paramétrica para as ciências do comportamento. São Paulo: McGraw-Hill; 1956. Disponível em: https://books.google.com.br/books?id=eHejDgAAQBAJ
Teigão FCM, Moser ADL, Fidalski SZK. Avaliação das propriedades psicométricas da versão brasileira do Short Portable Mental Status Questionnaire (SPMSQ) de Pfeiffer. Rev Bras Geriatr Gerontol. 2024;27:e230277. doi: 10.1590/1981-22562024027.230277.pt
Thomas JR, Nelson JK. Métodos de pesquisa em atividade física. 3. ed. Porto Alegre: Artmed; 2002. Disponível em: https://books.google.com.br/books?id=zSTMextTv6sC
Triola MF. Introdução à Estatística. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC; 1999.





































