Atuação de enfermagem frente do suporte avançado de vida pós PCR, reabilitação e recuperação em Unidades de Terapia Intensiva

Autores

DOI:

https://doi.org/10.55892/jrg.v9i20.2860

Palavras-chave:

Parada Cardíaca, Unidade de terapia Intensiva, Ressuscitação Cardiopulmonar

Resumo

O objetivo do estudo foi identificar os principais cuidados de enfermagem no período pós parada cardíaca. Este estudo de revisão integrativa, tem o intuito de verificar as publicações relacionadas a temática do estudo, principalmente para evidenciar no campo científico o conhecimento, com abordagem qualitativa, poderemos perceber através dos quadros o conhecimento percebido dos estudos. Ao utilizar o descritor Parada Cardíaca, obtivemos o total de 2.823.566, com os critérios de inclusão, captamos 451.225, na qual selecionamos 05 estudos. Já o descritor Ressuscitação Cardiopulmonar, evidenciamos 28.608, ao filtrar obtivemos 1.397,sendo selecionados 02. No que se refere ao descritor Unidade de terapia intensiva, captamos 160.345, com o filtro, captamos 54.067, sendo selecionados 03 produções. Dessa forma, o estudo evidenciou 3012519 produções, com 506.689 que atenderam aos critérios de inclusão, dos quais foram selecionados 10, nos anos de 2020, 2021, 2022, 2023, e 2024. Com os estudos coletados na revisão integrativa, obtivemos a unidade temática pós parada cardíaca com as seguintes categorias: os cuidados de enfermagem no pós parada cardíaca. Pode se concluir que os cuidados de enfermagem pós PCR incluem uma variedade de tomadas de decisões do enfermeiro que variam de acordo com a condição clínica do paciente.

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Biografia do Autor

Claudemir Santos de Jesus, Centro Universitário do Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Enfermeiro em 2005 pela Universidade Estácio de Sá, RJ, Brasil; Mestrado em 2012 pela Escola de Enfermagem Anna Nery, UFRJ, RJ, Brasil.

Amanda Araújo da Silva, Hospital Norte D'or, RJ, Brasil

Enfermeira em 2021 pela Universidade Estácio de Sá, RJ, Brasil; Especialista em Terapia Intensiva e Emergência em 2025 pela Centro Universitário Celso Lisboa, Rio de Janeiro/RJ, Brasil.

Micheli Teixeira de Oliveira, Hospital Municipal Ronaldo Gazolla

Enfermeira em 2015 pela Universidade Estácio de Sá, RJ, Brasil; Especialista em Terapia Intensiva e Emergência em 2025 pela Centro Universitário Celso Lisboa, Rio de Janeiro/RJ, Brasil.

Nayane Veloso de Brito, Hospital Geral de Arraial do Cabo, RJ, Brasil

Enfermeira em 2021 pela Universidade Gama e Souza, RJ, Brasil; Especialista em Terapia Intensiva e Emergência em 2025 pela Centro Universitário Celso Lisboa, Rio de Janeiro/RJ, Brasil.

Paula Cristina Fernandes Martinez, Unidade Avançada Cidade Nova, RJ, Brasil

Enfermeira em 2023 pela Centro Universitário Brasileiro de Educação (UniCBE), RJ, Brasil; Especialista em Terapia Intensiva e Emergência em 2025 pela Centro Universitário Celso Lisboa, Rio de Janeiro/RJ, Brasil.

Marilene Lopes de Jesus, Universidade Castelo Branco, RJ, Brasil

Enfermeira em 1987 pela Faculdade Luiza de Marillac, RJ, Brasil; Mestrado Profissional em Desenvolvimento Local em 2022 pelo Centro Universitário Augusto Motta, RJ, Brasil.

Kelly Cristina Ribeiro Mariano Jacques, Esplenda Centro de Saúde Integrado, RJ, Brasil

Enfermeira em 2023 pela Universidade Estácio de Sá, RJ, Brasil; Especialista em Terapia Intensiva e Emergência em 2025 pela Centro Universitário Celso Lisboa, Rio de Janeiro/RJ, Brasil.

Carlos Eduardo Gomes Marinho, Hospital Municipal Adão Pereira Nunes, RJ, Brasil

Enfermeiro em 2013 pela Universidade Gama Filho, RJ, Brasil, Especialista em Terapia Intensiva e Emergência em 2025 pela Centro Universitário Celso Lisboa, Rio de Janeiro/RJ, Brasil.

Márcia Calazans de Almeida Brunner, Universidade Castelo Branco, RJ, Brasil

Enfermeira em 2004 pela Universidade Iguaçu; Especialista em Saúde Mental em 2011 pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Solange Soares Martins, Escola Técnica Sandra Silva, RJ, Brasil

Enfermeira em 1977 pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, RJ, Brasil, Mestrado em Ciências da Saúde e Meio Ambiente em 2018 pela Anhanguera- UNIPLI, RJ, Brasil.

Alessandra Teixeira Velasco, Universidade Estácio de Sá, RJ, Brasil

Especialista em gestão de saúde pela Universidade Estado do Rio de Janeiro, RJ/Brasil.

Lígia D’arc Silva Rocha Prado, Secretaria Municipal de Saude de Macaé, RJ, Brasil

Enfermeira em 2001 pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, RN, Brasil, Mestrado profissional em Enfermagem em 2022 pela Universidade Federal Fluminense, RJ, Brasil.

Ana Silvia Lopes, Centro Universitário Celso Lisboa, RJ, Brasil

Enfermeira em 1994 pela Universidade Gama Filho, RJ, Brasil. Mestre em Enfermagem em 2016 pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, RJ/Brasil.

Zélia da Silva, Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, RJ, Brasil

Enfermeira em 2002 pela Universidade do Rio de Janeiro/UNIRIO, RJ, Brasil. Doctorado en Administración y Gestión de la Salud Pública em 2019, Asunción, Paraguay pela Universidad Columbia del Paraguay.

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Publicado

2025-01-28

Como Citar

JESUS, C. S. de; SILVA, A. A. da; OLIVEIRA, M. T. de; BRITO, N. V. de; MARTINEZ, P. C. F.; JESUS, M. L. de; JACQUES, K. C. R. M.; MARINHO, C. E. G.; BRUNNER, M. C. de A.; MARTINS, S. S.; VELASCO, A. T.; PRADO, L. D. S. R.; LOPES, A. S.; SILVA, Z. da. Atuação de enfermagem frente do suporte avançado de vida pós PCR, reabilitação e recuperação em Unidades de Terapia Intensiva. Revista JRG de Estudos Acadêmicos , Brasil, São Paulo, v. 9, n. 20, p. e092860, 2025. DOI: 10.55892/jrg.v9i20.2860. Disponível em: http://revistajrg.com/index.php/jrg/article/view/2860. Acesso em: 31 jan. 2026.

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